O outro dia…

    Não sei se acordei ou continuo dormindo, só me lembro que eu corajosamente abri o chuveiro antes de vir dormir. Lindo dia em Cuiabá e, meu estômago lembrou, é hora de tomar aquele café da manhã. Tomei outro banho, pois agora são 06 da manhã e meu relógio marca 30 graus. Onde vai parar este termômetro?

    Desci e no lugar do meu cereal matinal, farofa de banana, salsicha cozida (esta deu medo) frios, que mais pareciam quentes de tanto o sol que estavam pegando, e alguns pães e frutas. Preferi as frutas.

    Dentro de mais alguns minutos o Hélio, nosso guia, ligou avisando que passaria no hotel para conversarmos sobre o roteiro e aproveitar para fazer umas compras para nossa aventura. Assim que ele chegou decidimos que iríamos para o supermercado para depois prepararmos o carro e partir para o Pantanal. Este seria o teste de fogo, os restantes das atrações poderiam ser vistas rapidamente, mas precisaríamos de um tempo especial para dedicar à Transpantaneira, estrada esta que corta o Pantanal de Poconé até Porto Jofre, terminando no Rio Cuiabá.

    Compramos o necessário, passamos na casa do Hélio para baixar o banco do Gol e carregar com barracas, colchões infláveis, churrasqueira e demais itens que necessitaríamos para um acampamento. O Hélio também quis aproveitar a minha estadia pelo Pantanal para fotografar algumas pousadas para o seu site de turismo pantaneiro e utilizar este marketing em troca de um banho ou alguma acomodação enquanto a seguimos a viagem (Já notei que tudo aqui é moeda de troca, desde que possa interessar alguém).

    Saímos de Cuiabá próximo ao meio dia, passamos no posto de gasolina para abastecer o veiculo mais as bombonas com álcool extra para o carro e gasolina para a lancha, que nos levará até a onça pintada do Pantanal. O alcool extra é um ponto de atenção, pois durante os 148 km de chão batido da Transpantaneira só existe um posto de combustível e este com valores que ultrapassam o senso comum.

    Almoçamos um “prato comercial” em Poconé e seguimos na transpantaneira em direção à pousada do Rio Clarinho, nossa primeira parada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui termina o asfalto e inicia a Rodovia Transpantaneira, 100%  terra.

 
O início da rodovia que corta o coração do Pantanal.

 
Surpresas pelo caminho, um Socó Boi.

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3 Respostas to “O outro dia…”

  1. fernanda Says:

    .. A foto desse Socó me lembrou uma reportagem onde acharam visitando uma fazenda ( não lembro onde ) um Socó Albino, era muito interessante, todinho branco o passaro, desde o bico até a útilma pena do seu rabo, quem sabe tu encontra um por ai nessas tuas andanças..

  2. Clarissa Says:

    Cada clic é uma grata surpresa…. lindos, emocionantes!!!

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